Cada vez mais as causas LGBTQI+ têm ganhado os espaços de discussão como resultado da força de seus ativistas. Mesmo assim, ainda não é de conhecimento geral como é e deve ser a situação legal dessa parcela da população – estimada em 20%.

Frente a este cenário, surgiu o Bicha da Justiça, uma startup social que gera informação sobre os direitos da comunidade LGBT, presta assessoria e oferece serviços jurídicos gratuitos a esta parcela da população no Brasil todo.

Com uma linguagem descomplicada, o aplicativo aborda temas de interesse da comunidade, como: casamento, adoção, reprodução assistida, registro parental, crimes motivados por LGBTfobia no país, entre outros, em seus canais de comunicação: Instagram (@bicha_da_justica), YouTube e blog (bichadajustica.com).

O nome da plataforma é uma menção a equipe de super-heróis “A Liga da Justiça”. Só que neste caso, os personagens representam a comunidade LGBTQI+. “Muitas dúvidas enviadas pelo público podem se tornar histórias em quadrinhos. Assim, juntos, podemos engrossar o coro do combate à discriminação”, explica a advogada Bruna Andrade, e uma das idealizadoras. Ela ainda elucida que o termo “bicha” deixou de ocupar um lugar pejorativo na sociedade: “Nos últimos anos, a própria comunidade se apropriou do termo que agora está ligado mais ao lúdico, e não mais a um discurso de ódio”.


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A startup, que entrou no ar no início do ano, já conta com mais de 16 mil seguidores de todo o país – somente no Instagram – e tem crescido a cada dia. Tanto que recentemente foi selecionada para participar do Startup Show, o primeiro reality de empreendedorismo de startups do Brasil. Foram 300 inscritos e somente 27 startups entraram para a disputa.

A seleção de quem segue para as próximas fases, rumo a final em novembro, é feita por um corpo de jurados que conta com grandes nomes do mundo empresarial e, também, pelo público.

O voto popular é de suma importância. Você pode ajudar votando no site do Startup Show no https://startupshow.com.br/votacao no dia da votação.

“Mais do que vencer o programa, queremos aumentar a visibilidade dos direitos da comunidade e gerar cidadania, pois o brasileiro, de maneira geral, tem dificuldade de obter informações jurídicas. Mas os LGBTQI+ encontram alguns entraves a mais, visto que os direitos homoafetivos ou de gênero são uma construção recente no país”, argumenta Bruna.

Acesse aqui o link da votação!