Samira Close é umas das maiores streamers mais famosas dentro do universo dos games e voltada para comunidade gamer LGBTQI+. A influenciadora digital e drag queen já conta com 770 mil inscritos no YouTube e faz muito sucesso com suas lives de jogos como Free Fire, League of Legends, GTA e outros.

Em entrevista para o Yahoo, Samira Close revelou sobre as dificuldades em ser streamer LGBTQI+ em um meio que, infelizmente, permanece extremamente machista e preconceituoso. Mesmo com um público gigantesco, a drag queen ainda sente na pele a discriminação por parte do mercado gamer e de outros jogadores que se escondem por trás de um perfil na internet.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:
Samira Close diz sobre comunidade gamer
Samira Close diz sobre comunidade gamer (Foto: Reprodução/Instagram)

“Quando você é uma pessoa LGBT, você precisa mostrar 10 vezes mais trabalho. Durante muito tempo, eu senti essa repulsa da comunidade [gamer]. Só que eu sou capricorniana! Para competir comigo, vai ter que lutar muito. Eu falo: ‘Vocês não gostam de mim? Vocês não gostam da bicha? Pois amanhã eu venho de calcinha pra arrasar com todas vocês.” Declarou.

VEJA TAMBÉM:  "Fiz para um amigo que faleceu"; Samira Close dá detalhes sobre o clipe e música de "Madrugada"

Além dos relatos de dificuldade, a influenciadora contou um pouco também sobre sua infância humilde e que começou jogando online em lan house. Vale ressaltar que, antes de tudo isso, Samira Close já chegou a trabalhar com costura, confecção e conserto de roupas.