Após a venda da Grindr para a empresa de tecnologia chinesa Kunlun em 2018, as preocupações com a segurança dos usuários aumentaram e até resultaram no governo dos EUA exigindo que o aplicativo fosse vendido de volta a um comprador americano até junho de 2020.

Mas ex-funcionários de um dos maiores aplicativo de relacionamento gay do mundo suspeitam que o governo chinês já tenha aproveitado sua proximidade com dados confidenciais, como fotos íntimas dos usuários.

A maioria dos funcionários admite que os arquivos de dados da Grindr podem já ter sido interceptados pelo governo chinês – e, se realmente foram, não há muito o que fazer agora.

Os ex-funcionários também observam que as preocupações internas com a privacidade dos usuários foram corroídas sob a nova propriedade do aplicativo, com o alto escalão da empresa cada vez mais focada em atrair um novo público para a plataforma e aumentar o engajamento dentro da rede com o menor custo possível, projetos que aumentariam a segurança como criptografia de ponta à ponta acabaram ficando de lado.

“Não seria difícil para um governo coletar dados no Grindr que revelam identidades e localização”, disse Bryce Case Jr., ex-chefe de segurança da informação do Grindr.

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