Fina Estampa” está sendo reprisada pela Globo e é assustador se pensar que, há menos de 10 anos, personagens LGBTQ+ ainda eram caricatos e não representavam em nada a grande maioria da comunidade.

Além do mordomo homossexual Crô, a trama também apresentou Fabrícia, uma personagem que estava bem longe do núcleo principal e teve seu segredo “revelado” já na reta final da novela.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

“Eu já sabia (desde o início). Acho uma história importante demais para não contar para a atriz.”

A responsável por viver a mulher trans foi uma atriz cisgênero, Luciana Paes, que após duas séries, fazia sua primeira novela na maior emissora do país.

Em entrevista para o jornal Extra, a paulista comentou que, hoje em dia, jamais aceitaria o papel. 

Ela argumenta que acha extremamente necessário atores e atrizes transexuais interpretarem esses personagens. 

“Essa argumentação é muito válida. Acho que a TV se modificou muito. Por essa razão, eu não aceitaria esse papel hoje. Ao mesmo tempo, a própria TV não chamaria um ator/atriz não trans para fazer o papel de uma pessoa trans. Os tempos mudaram.”

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22 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.