O jogo “The Last of Us Part II” foi banido nos países do Oriente Médio, até o momento com exceção de Israel, por conter conteúdo LGBT+, com um romance lésbico entre a protagonista Ellie e outra mulher, além de cenas de nudez.

“The Last of Us Part II” já havia causado polêmica entre os fãs mais conservadores por logo no trailer exibir um beijo entre as duas mulheres.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Os responsáveis pela PlayStation confirmaram que o jogo não pode ser encontrado em pré-venda nas lojas dos dois países por determinação de autoridades competentes locais. A empresa ainda alega que não pode fazer nada para que o público local tenha acesso ao jogo.

De acordo com informações Gamehall, outros jogos tiveram que passar por censura para serem lançados na região. As cenas de nudez presentes em Assassin’s Creed Origins e Assassin’s Creed Odyssey tiveram que ser cortadas, o mesmo ocorreu com The Witcher 3.

Em entrevista à IGN, a co-escritora do game, Halley Gross, disse que a orientação sexual da personagem é importante para a narrativa, já que demonstra o cotidiano da personagem e não seria honesto omitir a orientação sexual. 

“Ellie é gay. Ela nasceu gay. Essa é quem ela é. E para explorar quem ela é como adolescente e como uma adulta, não honraremos a personagem ao esconder um lado dela. Nós queremos participar com ela como uma personagem completa. Ela também é uma ótima atiradora e uma ótima lutadora, mas ela tem 19 anos. 19 é uma idade divertida”, afirma Gross.

“The Last of Us Part II” é a continuação de ‘The Last of Us’, lançado em junho de 2013. O jogo é protagonizado por um homem e uma garota que precisam sobreviver em um Estados Unidos pós-apocalíptico, escapando de pessoas hostis e criaturas canibais infectadas por um vírus, tem previsão de lançamento para 19 de junho.