Estreou nesta sexta-feira (31), na Netflix, o documentário “Miss Americana“, que mostra os bastidores da vida e carreira de Taylor Swift.

A produção aborda em vários momentos a decisão da cantora começar a se posicionar politicamente, coisa que seus empresários e equipe falavam para ela jamais fazer. Grande parte das pessoas que gostam de música country é conservadora, e Taylor começou neste gênero. O documentário mostra um exemplo das Dixie Chicks, trio que foi massacrado pelo público conservador por ter criticado o até então presidente Bush, em 2003.

Em 2018, a artista declarou publicamente seu apoio ao candidato democrata Phil Bredesen, que concorria ao senado pelo Tennessee, estado em que Taylor cresceu. A adversária dele, Marsha Blackburn, tinha ideologias extremamente machistas e discriminatórias.

Em conversa com sua amiga e publicitária Tree Paine, quando estava prestes a demonstrar seu apoio a Phil Bredesen, a intérprete de “Lover” falou sobre sua relação com a comunidade LGBTQ+: “Eu acho que é tão clichê e covarde da minha parte subir no palco e dizer: ‘Feliz mês do orgulho, gente!’, e não dizer isto, quando alguém quiser acabar com eles“.

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Frames do documentário “Miss Americana” da Netflix

O posicionamento político de Taylor Swift fez com que milhares jovens se inscrevessem pra votar (o voto nos Estados Unidos não é obrigatório), mas Marsha Blackburn acabou vencendo mesmo assim.

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21 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.