A contra Beyoncé falou sobre a campanha #BlackLivesMatter, que tomou conta dos Estados Unidos, a luta, o racismo e a morte de pessoas negras. Durante as declarações ao evento virtual “Dear Class of 2020”, cerimônia virtual para formandos dos estudantes americanos, a estrela ainda refletiu sobre o machismo na indústria da música.

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“Obrigado por usar sua voz coletiva e deixar que o mundo saiba que a vida negra importa. Os assassinatos de George Floyd, Ahmaud Arbery, Breonna Taylor e muitos outros nos deixaram quebrados. Deixou o país inteiro em busca de respostas”, afirmou Beyoncé.

A cantora ainda acrescentou que nossos corações coletivos “quando colocados em uma ação positiva, pode iniciar a roda da mudança. A mudança de verdade começa com vocês. Com essa nova geração de formandos do ensino médio e de universidades.”

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Beyoncé ainda relatou que precisou ser muito persistente e que utilizou cada tentativa machista de boicote para construir seu império.

“A indústria do entretenimento ainda é muito sexista. Ainda é muito dominada por homens e, como mulher, não vi modelos femininos suficientes com a oportunidade do que sabia que tinha que fazer – administrar minha gravadora, gerenciar minha empresa, dirigir meus filmes e produzir minhas turnês”, observou a cantora.