O Grindr mostrou que entende bem do pajubá ao responder um curto “I Don’t Know Her”, bem na linha Mariah Carey, ao cantor Eminem. 

Tudo isso porque o rapper norte-americano entrou no desafio de fotos Linkedin / Facebook / Instagram / Tinder que pipocou na Internet nos últimos dias, mas em sua versão, trocou Tinder pelo Grindr, aplicativo de encontros gays. “Fiz certo?”, perguntou Eminem em sua postagem que teve mais de 58 mil retweets.

No Twitter o assunto viralizou com muitos gays satisfeitos pela maneira como o aplicativo “destratou” Eminem.

Não é de hoje que Eminem tem um histórico questionável e é acusado até de homofobia por algumas letras de suas músicas onde chega a usar a palavra “f*got” que é extremamente mal vista e ofensiva pra se falar de gays no inglês.

Na comunidade LGBT, o rapper divide opiniões entre quem curte seu trabalho e os que simplesmente odeiam por tanto close errado.

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“É bizarro que após 30 anos nessa indústria, Eminem ainda hoje não tenha descoberto uma maneira de ofender as pessoas sem usar a sexualidade nas suas letras, algo que seria aceitável ele fazer aos 14”, disse Rosin O’Connor ao The Independent sobre o rapper.

Entretanto, Eminem já declarou várias vezes não ser homofóbico. Em entrevista à Vulture ele falou sobre o assunto: “Querem pensar que sou homofóbico? Queria entender porque me chamam de algo que não sou. A verdade é o que eu sei, não tenho nenhum problema com sexualidade, religião, raça, nada disso. Qualquer pessoa que me acompanhe sabe que sou contra violência e agressores! Inclusive é por isso que odeio Trump”, disse o rapper.

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Criador Põe na Roda, canal do youtube de humor e informação LGBT desde 2014, com mais de 150 milhões de visualizações e 1 milhão de inscritos. Autor do livro "Um Livro Pra Ser Entendido", que desmistifica questões do mundo gay e sobre ser LGBT para todos os públicos. Também foi roteirista de TV (Amor & Sexo, Adnight, CQC, Furo MTV) e colunista (Folha de S. Paulo).