Todo cuidado é pouco com a Black Friday no Brasil.

Nos Estados Unidos onde ela foi criada, a intenção era das lojas desovarem os estoques de primavera/verão para alavancar as vendas já do inverno e do dia de Ação de Graças e Natal.

Mas, no resto do mundo, liquidação é de verdade liquidação.

Aqui, poucas lojas aderem ao modelo americano de realmente baixarem os preços.

O que a maioria faz é aumentar o preço nos dias anteriores à Black Friday para que, no dia da promoção possam baixar para o valor normal e enganar descaradamente o consumidor.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Assim, se você é daqueles consumidores que se encantam com a palavra promoção ou liquidação, nada do que eu escrever aqui vai adiantar.

Mas, se seu consumo é consciente, digo para você para ficar monitorando o preço daquela televisão que você quer comprar, antes da promoção da Black Friday para saber se no dia da venda, ela realmente estará com o desconto prometido como um bônus para o consumidor.

As entidades de defesa do consumidor costumam fazer esse monitoramento mas, simplesmente para fiscalizar as empresas e não para atender aos consumidores.

O Procon de São Paulo é o pior lugar onde você pode ligar para resolver este problema se ele acontecer. Além de não ter o poder de policia, seus processos administrativos demoram anos até que prescrevem ou, não atendem mais à necessidade do consumidor.

Procure então você mesmo monitorar e não compre uma coisa que está hoje no mesmo preço que estará no dia da Black Friday.

O consumo consciente se faz a partir do consumidor que se nega a cair nessas pegadinhas de empresas mal intencionadas. Preste atenção a prazos de entrega, custo do frete e disponibilidade do produto. Estes são os maiores vilões da nossa Problem Friday.