Quem não tem filhos, a maior parte da população LGBT, deve fazer um testamento.

O Código Civil brasileiro diz que a ordem de vocação sucessória, que é a ordem de herdeiros de uma pessoa, começa pelos descendente, seguidos dos ascendentes, cônjuge e colaterais.

Isso equivale a dizer que se você não tem filhos e não tem pais, seu cônjuge será seu herdeiro.

Mas, se ao morrer, o que pode acontecer hoje ou amanhã, você ainda tiver pais, eles herdam metade de seus bens e seu cônjuge a outra metade.

Na teoria, nossos pais já têm a vida feita e não precisam de nossos bens e, por isso se deve fazer o testamento para deixar a parte disponível de seus bens para seu cônjuge no momento de sua morte.

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Assim, dos seus bens, seu cônjuge fica com setenta e cinco por cento e seus pais com vinte e cinco por cento.

Isso diminui, por exemplo, o quanto de seus bens vão ficar para seus irmãos quando seus pais falecerem.

Isso parece confuso mas, o que eu queria dizer aqui é ainda que você não seja multimilionário do ramo imobiliário com muitos imóveis em seu nome mas, tenha apenas a sua casa de moradia, fazer um testamento sempre é importante.

Não é preciso portanto, ser milionário para fazer testamento, basta não ter filhos para se preocupar em ver para quem ficam seus bens.

Vamos supor outra situação: você tem bem ou bens e, não tem cônjuge. Tudo ficará para seus irmãos e ou sobrinhos. Você quer que todos tenham a mesma condição? Um deles pode ser seu preferido e, bem por isso você pode deixar tudo para um só ou, dizer quem fica com isso ou aquilo da sua casa.

Antigamente se fazia isso em cartório mas, hoje em dia se faz na forma particular, qualquer advogado pode fazer isso para você e, você passará a dormir tranquilo como um bebê, sabendo que tudo está resolvido na sua vida.