A Justiça do Rio Grande do Sul determinou que moradores de um condomínio pagassem R$ 15 mil à síndica do prédio como forma de indenização após episódio lesbofóbico.

No documento, a mulher, que é lésbica, afirma que sofre lesbofobia dos moradores desde que começou a morar no local. A ação diz que o preconceito acontecia porque ela demonstrava afeto a outra mulher, com quem tinha um relacionamento.

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Pouco tempo depois, ela assumiu o cargo de síndica do prédio e os insultos ganharam ainda mais força. A mulher já foi chamada de “machorra”, “mulherzinha” “filha da put*” e até “ladra”.

Ex-funcionários do condomínio, que serviram de testemunhas, contaram que presenciaram os réus arrecadando assinaturas para tirar a mulher do cargo.

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No primeiro momento, a 1ª Vara Cível do Foro Central da Comarca de Porto Alegre não resolveu o caso, julgando não procedente o pedido de indenização.

No entanto, a mulher recorreu à 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, que reformou a sentença e determinou o pagamento da quantia.