Na última segunda-feira (04), São Paulo ganhou um novo centro de acolhimento para travestis e mulheres transexuais, a Casa Florescer II, que conta com o apoio da Prefeitura da capital.

O espaço tem lugar para ocupar até 30 pessoas, sendo que 26 vagas já estão ocupadas. A iniciativa já é a segunda casa do projeto, que visa dar assistência para trans e travestis em situação de vulnerabilidade, abandono e vítima de violência.

De acordo com Gilson Reis, gerente do espaço, a iniciativa conta com o apoio de uma psicóloga, além de uma assistente social. O intuito é proporcionar oportunidades de inclusão e auxílio para pessoas trans e travestis, que podem ficar 6 meses na casa.

“Nosso trabalho é dar para essas mulheres absoluta autogestão da vida. Queremos que todas tenham condições de conquistar autonomia financeira e estabilidade afetiva, pois as relações de muitas delas com os companheiros são dolorosas”, explica o gerente, em entrevista ao site da IstoÉ.

Inaugurada em 2015, no bairro do Bom Retiro, o espaço já recebeu ao todo 322 mulheres trans, sendo que 88 conseguiram uma oportunidade de trabalho no mercado, 160 retornaram aos estudos e todas aderiram a tratamentos para cuidar da saúde.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA: