Se liga no close racista e classista: durante entrevista, o youtuber Matheus Mazzafera e o influencer Gustavo Rocha, que recentemente fez saiu do armário com uma publi bem feita para a Calvin Klein deram declarações racistas e classistas (nenhum susto).

As frases foram ditas ao falarem sobre suas preferências de homens. Palavras como “maloca” e “quanto mais estragado”, mas deixaram claro que não são os mesmos estilos de homem que namorariam.

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Como se não fosse possível piorar, Mazzafera ainda citou exemplos (de homens negros) do que seriam esses malocas, como MC Livinho: “Maloca, tatuado, quanto mais estragado, melhor. Para namorar, não. Mas o que eu sinto atração mesmo são os ‘maloca’ tatuado”, disse Gustavo.

A chacota racista continua: “Se eu fosse desenhar, eu gosto também dos tatuados. Meu ex é loiro, branquinho. Eu pago minha língua. Se eu fosse escolher, eu vou escolher alguém tipo Livinho, Dom juan, Mc Kevin. Só que daí eu acabo namorando o Luciano Huck”, explicou Mazzafera.

Racismo estrutural entre gays

Não é de agora que a comunidade gay coloca em suas pautas a fetichização do homem negro (ativo, pau grande) e do gay periférico (tatuado, maloca, de dread, magro, estragado, maconheiro… como elencaram as duas “celebridades”).

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Gustavo Rocha veio ao Twitter pedir desculpas e dizer que não cometeu racismo, embora sua visão esteja novamente equivocada: Pra mim, “maloka’ não está relacionado a cor da pele de alguém e sim de quem gosta de ‘zoeira’ na noitada, ou como um ‘estilo de vida’.