Você pode ser casado. Você pode ter contrato de parceria. Ou, você simplesmente mora junto com seu parceiro ou parceira.

É fato que a reforma da previdência está em andamento mas, uma coisa que não vai mudar de jeito nenhum, é a inclusão de dependente ou de beneficiário da pensão por morte, junto ao instituto de previdência que você fizer parte.

Você pode até ser autônomo mas, de uma forma ou outra, contribui para a Previdência Social.

Se for funcionário público, contribui para os Institutos de Previdência, sejam federais, estaduais ou municipais, dependendo da categoria.

Você é o titular de seu benefício e, ninguém pode te impedir de colocar seu parceiro, seu marido, sua mulher, sua “conge” (como diz um ministro), como beneficiário de sua pensão por aposentadoria ou por morte.

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O procedimento é muito simples: você vai ao órgão pagador do seu benefício, ainda que você não tenha o beneficio, ou seja, ainda que você esteja contribuindo e ainda não tenha se aposentado (coisa que vai demorar mais um pouco agora que a previdência vai mudar).

Você, munido apenas do seu número de contribuinte para o instituto, na maioria das vezes esse número está no seu hollerith e, para os trabalhadores da previdência pública esse número está na carteira de trabalho e, pede para colocar como seu dependente, depois de sua morte, o seu companheiro, seu marido, sua mulher ou quem quer com quem você viva.

Se você faz isso enquanto ainda está vivo, vai deixar de criar mil e tantos problemas para seu parceiro para quando ele for requerer seu benefício.O nome já diz, é previdência social. Então, seja previdente e, coloque como beneficiário a pessoa com quem você viveu uma vida toda e que não deve ser penalizado com sua imprevidência.