No dia 27 de novembro último, o Congresso Nacional derrubou mais um veto do presidente a um projeto de lei aprovado na casa.

O projeto era de uma deputada de São Paulo que, alterando leis como a Maria da Penha, obrigava os hospitais a notificarem os serviços tutelares, polícia e o judiciário sobre casos de suspeita de violência contra a mulher, crianças e adolescentes.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Graças ao bom Deus, os vetos do senhor presidente são derrubados quase semanalmente no Congresso pois, os vetos não são técnicos, são vontades absurdas de um presidente que se acha imperador.

Fato é que a Sociedade Brasileira de Pediatria apurou que mais de 233 crianças e adolescentes são diariamente vítimas de violência física ou psicológica.

Temos que entender que não se educa criança com palmada mas, não se educa, menos ainda, com violência física.

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Esses dados da Sociedade Brasileira de Pediatria são os que vão parar nas delegacias.

Imagine quantos mais casos não são notificados às autoridades policiais.

Os hospitais agora têm 24 horas para notificar a autoridade policial quando percebem que uma criança não caiu da escada mas, sim foi espancada.

Além da homofobia, do feminicídio e outros crimes, milhares de pessoas morrem diariamente no Brasil em função da violência doméstica.

Bolsonaro é a favor da porrada porque já disse que se seus filhos fossem “meio viados” na adolescência era só dar porrada que endireitariam. O pensamento dele é ainda o de muitos brasileiros que acham que bater nos filhos resolve a educação.

Mais ainda, muitas famílias, antes de expulsarem seus filhos gays de casa, bateram muito naquela criança e ou no adolescente, tentando fazê-lo mudar sua orientação.

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Às vezes, a violência é psicológica, escondendo o filho em casa ou, fazendo-o invisível, desprezando-o ou mesmo o maltratando por conta de sua condição sexual.

Não é verdade que violência física ou psicológica resolvam questões sexuais. Agora pode-se, dependendo do tipo de violência, tirar a criança dessa situação e coloca-la em posição para adoção.

Uma informação importante é que os casais gays adotam sem problemas crianças grandes (maiores de 10 anos) sem qualquer tipo de preconceito para dar a elas mais amor e carinho do que o casal que a gerou não foi capaz de dar.