Uma pesquisa realizada pela Universidade da Califórnia apontou que a LGBTfobia e crimes de ódio contra outras minorias aumentaram nos Estados Unidos pelo quinto ano consecutivo. De acordo com o estudo, os grupos mais atacados são a comunidade LGBTQ, negros e judeus.

O The Guardian teve acesso aos resultados da pesquisa que revelaram que os homicídios causados por supremacistas brancos marcados por extrema misoginia aumentaram consideravelmente.

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Apesar de os números de homicídios terem diminuídos nos últimos anos, gays, lésbicas, bissexuais e pessoas transgêneros vivem o pico mais perigoso da última década.

Na comunidade LGBTQ, mulheres trans negras são as que correm mais riscos. Neste ano, doze delas foram assassinadas nos EUA. Apenas trinta e seis dos cinquentas estados do país possuem leis que criminalizam crimes de ódio contra pessoas LGBTQ.

Vale ressaltar que, no Brasil, o Atlas da Violência apontou que a violência contra a comunidade nunca foi tão alta. Em 2017, foram registrados 193 homicídios.

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No final do primeiro semestre deste ano, o Supremos Tribunal Federal (STF) decidiu criminalizar a LGBTfobia, equiparando-a aos crimes de racismo.