Apesar de Jerusalém ser um local extremamente conservador, milhares de pessoas marcharam e celebraram à resistência na Parada do Orgulho LGBT, que aconteceu nesta semana, em Israel. Ao todo, a estimativa é de que mais de 10 mil pessoas participaram da marcha.

Para quem não se recorda, a LGBTfobia em Jerusalém é tão grande que, na marcha de 2015, um homem matou uma moça que estava no evento com várias facadas.

Na capital de Israel, inúmeros judeus ortodoxos não aceitam demonstrações de afeto entre iguais ou manifestações públicas sobre homossexualidade. Nesta Parada de 2019, a polícia informou que prendeu 17 suspeitos com facas que estavam na multidão.