Não pense você que as pessoas não morrem. Morrem e aos montes todo dia.

Pelo fato de sermos latinos, temos essa mania de não falar de morte, de negar a morte e, fazer o sinal da cruz quando pensamos na morte de alguém com esse alguém ainda vivo.

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Também é característica dos latinos, por não pensarem na morte, não pensarem em seguro de vida. O fato de fazer um seguro já parece um agouro e todo mundo que tem seguro de vida vai morrer.

Isso é fato: todo mundo vai morrer!

As pessoas vêm ao meu escritório e as perguntas começam com: Se o fulano morrer… Eu de pronto, já digo: Se morrer não, quando ele morrer.

O fato de falarmos da morte de alguém, não vai atraí-la, fique tranquilo.

E justo por isso, as pessoas têm medo de perguntas sobre o seguro de vida. E uma delas é: o seguro de vida vai entrar no inventário do meu pai/marido/irmão, etc?

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A resposta é: não, seguro de vida não faz parte do patrimônio do defunto.

O direito de família determina que façamos o inventário dos bens com que faleceu o fulano de tal. Quando o fulano de tal faleceu, ele tinha uma apólice de seguros, cujo prêmio seria pago somente se o evento morte acontecesse. Melhor explicando: o dinheiro do seguro nunca foi do falecido. Foi sempre um direito dos beneficiários da apólice.

Assim, ele não entra no inventário e é pago pelas seguradoras, apenas com um simples pedido e a cópia da certidão de óbito do titular do contrato de seguro.

Muitas vezes, o dinheiro do seguro é o suficiente para que os herdeiros possam tocar o inventário, pagar os custos dos bens que têm que ser inventariados e, fazer frente a outras despesas do espólio.

Todavia, uma pessoa que faleceu sem nada em seu nome mas, com um contrato de seguro, deve sempre informar o beneficiário para que, no momento de sua morte, não se perca esse prêmio que, na maioria das vezes é precioso para a família ou para o cônjuge que agora está sozinho.

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