No interior do Piauí, a professora universitária (professora efetiva da Universidade Federal do Piauí [Ufpi]) Letícia Carolina Pereira do Nascimento, 29, dá uma aula contra o patriarcado e o machismo: Letícia se destaca por ser a primeira professora travesti a ocupar esse cargo, na cidade de Floriano.

A ressignificação do termo Travesti, que ganhou nova roupagem através do tempo, mas não difere das bandeiras de luta de transexuais e trangêneros, ensina que ser travesti é ser resistência na linha-de-frente da comunidade LGBT, é enfrentar os embates mais cruéis contra a transfobia, lgbtfobia e feminicídio.

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Pedagoga e mestra em educação pela Ufpi, Letícia Carolina atualmente é doutoranda em educação pela mesmo universidade que hoje não é tão somente seu ambiente de estudo, mas também seu local de trabalho. Aplicando as teorias na área que escolheu, Leticia tem a competência para transformar o mundo através do ensino, a saga da professora é repleta de escolhas e descobertas onde a transexualidade que aflorou aos poucos hoje rende

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Estudando gênero e aplicando na área de estudo que escolheu, Letícia será doutora em até quatro anos. Com a competência que precisa para transformar o mundo através do ensino, a professora é o exemplo da saga de uma vida repleta de escolhas e descobertas, onde a transexualidade aflorou aos poucos e abriu inúmeras portas.

Letícia é mais que pioneirismo, é a luta por uma sociedade em que todas as pessoas serão respeitadas, não importando a cor, a orientação sexual, o gênero, o peso e aspectos relacionados à aparência. Letícia Carolina Pereira do Nascimento é uma guerreira travesti nascida no Piauí.