Uma mulher utilizou o Grindr para enganar e iniciar uma campanha de assédio contra um homem gay. Atualmente ela está presa há 13 meses.

Yannick Glaudin de perseguir a vítima, enviou fotos e vídeos íntimos dele para a família, amigos e colegas.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

O caso começou quando Glaudin entrou em contato com a vítima usando o pseudônimo Steven St Pier e eles trocaram números de telefone e redes sociais.

O relacionamento não durou, pois a vítima começou a suspeitar que Glaudin não era quem ela dizia ser. Ele terminou o contato com ela em dezembro de 2017. Foi então que ela iniciou a campanha de assédio contra o homem.

Quando ela descobriu que a vítima havia começado um relacionamento em fevereiro de 2018, subiu o nível das ameaças. Usando pseudônimos como Harry Wars e Nick Guel nas mídias sociais, ela contatou amigos do namorado da vítima e fez acusações falsas sobre ele.

Em março daquele ano, ela denunciou o novo namorado de sua vítima, alegando que ele era um pedófilo e abusava de uma criança. Mais tarde, se fez passar pelo chefe da vítima e disse à polícia que havia visto “vídeos de menores de idade em um laptop”.

VEJA TAMBÉM:  Estilista de SP expõe episódio de racismo no Grindr: "Barba que parece meus pentelhos"

Ela também fez contato com outros homens em aplicativos de namoro e os enviou para o apartamento do casal.

O namorado da vítima disse que o assédio que sofreram nas mãos do Glaudin foi “um inferno”.

“Sofri o choque extremo de assédio diário constante e insidioso em casa, no trabalho e em todos os canais online em que fui registrado, por alguém completamente anônimo, que usava vários apelidos”, relata.

Glaudin se declarou culpada em julho de 2018 pelas acusações, mas depois fugiu para sua terra natal, a França. Ela foi extraditada após um mandado de prisão europeu. Seu representante legal disse ao tribunal que voltou para visitar dois parentes em estado terminal.

Ela foi condenada a 12 meses sob a acusação de compartilhar fotos e vídeos sexuais privados com a intenção de causar angústia, quatro meses por assédio sem violência e quatro meses por perseguir sem medo, alarme ou angústia. Ela também cumprirá um mês por violar a fiança.

Ao emetir a sentença, o juiz Silas Reid disse que seu comportamento foi “projetado para causar o máximo de transtorno”.

VEJA TAMBÉM:  Ator gay da Sean Cody é liberado da prisão após extorquir milionário republicano

Matéria traduzida do site PinkNews. Para acessar a versão original em inglês, acesse aqui.