Uma pesquisa realizada na Califórnia, nos EUA, mostrou que três em cada quatro homens gays e bi enfrentam assédio moral ou físico no Estado americano, enquanto quatro em cada cinco mulheres lésbicas e bi sofrem violência sexual ou física. Os dados mostram a vulnerabilidade ao qual a comunidade LGBT está suscetível nos últimos anos, principalmente, após Trump assumir o poder.

O levantamento foi realizado pelo Centro de Equidade de Gênero e Saúde (GEH) da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia, em San Diego, em conjunto com a organização sem fins lucrativos, California Coalition Against Sexual Assault (CALCASA).

“Este relatório oferece uma visão geral da prevalência generalizada de assédio sexual, verbal, físico e cibernético no Estado Dourado”, disse Anita Raj – professora do Departamento de Medicina da Faculdade de Medicina da UC San Diego e diretora da (GEH).

E completou: “Este levantamento demonstra que o assédio sexual é predominante e onipresente, mas, ao mesmo tempo, também vemos taxas mais altas em alguns dos nossos moradores mais marginalizados, como gays, lésbicas, bissexuais e homens estrangeiros”, finalizou.