Infelizmente, a oportunidade de emprego para pessoas héteros e pessoas LGBTQI+ não são, nem de longe, equivalentes.

Um levantamento do projeto “Demitindo Preconceitos” revelou que menos da metade dos profissionais de 14 estados do Brasil falam sobre sua orientação sexual no trabalho (47%). As informações são do G1.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Pessoas e representantes de recursos humanos foram os responsáveis pela pesquisa, que constata também que 38% das empresas têm restrições para contratar lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queers e intersexuais.

O Conselho Nacional de Combate à Discriminação, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos admite que há carência de dados a respeito da população LGBTQI+ e o mercado de trabalho.

O G1 solicitou alguns dados, mas o ministério informou que não possui informação sobre a quantidade de trabalhadores que se enquadram na sigla.

A falta da inclusão dos campos “identidade de gênero” e “orientação sexual” entre as pesquisas oficias reflete dificuldades no desenvolvimento de iniciativas de incentivo.

O Conselho ainda contou que há uma pesquisa sendo desenvolvida com universidades sobre dados da população trans no Brasil. O estudo também deve buscar informações sobre empregabilidade.

 
 
 

 

 
 
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22 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.