A esteticista de pets Bruna Vitória Bazan Cruz foi impedida de permanecer um um salão de beleza no Centro de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Ela conta que esperava pelo atendimento do designer de sobrancelha, mas que a gerente afirmou que não poderia atender “pessoas assim, gays”.

Bruna disse ao gerente que não era gay, mas uma mulher trans, mas ela seguiu com o ataque transfóbico e afirmou que não sabia a diferença. A moça teria respondido “Olha minha certidão, meu sexo é feminino”.

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Mulher trans é barrada em salão de beleza (Foto: Reprodução/Bruna)
Mulher trans é barrada em salão de beleza (Foto: Reprodução/Bruna)

A cliente relatou ao Campo Grande News, que funcionária responsável pelo salão teria afirmado que uma cliente reclamou de sua presença no local e perguntou se o salão agora atendia homens. Ela ainda teria se recusou a deitar na mesma “maca que ele se deitou”.

“Falei para ela que não estava solucionando o problema, estava aumentado a situação” declarou a mulher trans.

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Bruna afirma que fez questão de registrar um boletim de ocorrências: “Falei para ela que não estava solucionando o problema, estava aumentado a situação, finalizou a moça.

O caso foi registrado como crime de preconceito por “impedir acesso ou recusar atendimento em salões de cabeleireiros, barbearias, (…”, conforme previsto na Lei 7716/89.

O jornal entrou em contato com a gerente do local, mas ela não quis se pronunciar e afirmou que o caso está com seus advogados.