Um motorista homofóbico que gritou “Oi, garoto gay” e cuspiu em um ciclista que usava Lycra rosa foi preso depois que a polícia o localizou no DNA de sua saliva.

O caso começou em 27 de março do ano passado, quando Faisal Alizada, 23 anos, abusou verbalmente e cuspiu em Philip Howard de seu carro enquanto esperava nos semáforos em Notting Hill Gate.

A polícia conseguiu combinar a amostra de saliva com o DNA de Alizada, e ele foi levado ao tribunal nove meses depois.

O juiz distrital Samuel Goozee o condenou por cuspir, dizendo: “Cuspir em alguém é repugnante, o ato se torna muito mais sério pela natureza homofóbica do ataque”.

Alizada pediu ao juiz que não o mandasse para a prisão, argumentando que isso pioraria sua ansiedade e ataques de pânico. Goozee desconsiderou o apelo e o condenou a oito semanas de prisão, observando que ele tinha condenações anteriores por agressão e danos corporais.

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Ele também acrescentou uma semana extra à sentença devido a vítima Howard ser forçada a reviver a provação, já que, além de alegar não ser culpado, Alizada não compareceu ao julgamento de 10 de janeiro.

“Estou inteiramente ciente que, quando você fez isso com Howard, estava consciente e que o ato foi intencional, como demonstrado pelas coisas coisas homofóbicas que você disse e o ato de cuspiu nele pela janela”, disse Goozee. “Não acredito que seu pedido de desculpas tenha genuíno remorso, a vítima ainda teve que passar pela provação de dar provas. Você cometeu esta ofensa estando sujeito a uma ordem judicial da corte por ofensas de natureza semelhante”.

Ele condenou o “lamentável compromisso” de Alizada em realizar o pedido de desculpas e também ordenou que ele pagasse uma compensação de £150 libras a Howard.

O Daily Mail relata que, depois que ele foi condenado, teve que ser levantado até a saída por dois oficiais, enquanto os membros de sua família pediam ao tribunal que o libertasse.

Matéria traduzida do site Pink News. Para acessar a versão original em inglês acesse aqui.