Istambul, capital da Turquia, já foi o destino mais seguros para membro da comunidade LGBTQIA+ refugiados do Oriente Médio. As informações são do UOL.

Nos últimos anos, o governo turco passou a hostilizar LGBT’s com discursos de ódio, censuras a produções cinematográficas que envolvem personagens gays e boicotes a marcas pró diversidade.

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Comunidade LGBTQIA+ sofre "tsunami de ódio" na Turquia
“Tsunami de ódio” na Turquia (Foto: Reprodução / Pixabay)

“Antes, havia ondas de ódio que depois se acalmavam. Mas agora, já dura meses, está se transformando em um tsunami”, declarou o engenheiro da computação Murat, de 30 anos.

Associações denunciam as campanhas de ódio do presidente Recep Tayyip Erdogan. Para elas, o governo utiliza o fomento a violência para driblar os problemas econômicos.

No início de fevereiro, as autoridades fecharam um clube Gay que mantinha uma obra de arte, onde um estudante aparecia envolto de uma bandeira LGBT.

Süleyman Soylu,ministro do Interior, chamou gays, lésbicas e transexuais de pessoas “degeneradas”. Erdogan declarou que “essas lésbicas ou o que quer que sejam” não devem ser ouvidas.

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“LGBT, isso não existe”, apontou o presidente em 3 de fevereiro, durante um discurso transmitido pela televisão.