No Japão, o famoso ativista LGBT Ikuo Sato morreu sem poder se despedir do marido. Ele ficou 14 dias internado, mas o hospital o proibiu de receber visitas do parceiro. As informações são da Revista Quem.

“Fiquei triste ao saber hoje que Ikuo Sato, um ativista do casamento entre pessoas do mesmo sexo, que entrevistei no ano passado, morreu em janeiro. E o médico não contava ao seu parceiro o que estava acontecendo porque ele não era da família. O mundo pode ser cruel”, lamentou o jornalista Andrew McKirdy ao anunciar o falecimento de Sato nas redes sociais.

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Hospital proibe homem de se despedir de marido em leito de morte
Hospital proibe homem de se despedir de marido em leito de morte (Foto: Reprodução / Out In Japan)

Sato era casado há 20 anos com Yoshifumi Aso, de 53 anos. Em 2019, o casal conseguiu um certificado oficial de união estável. O documento não tem reconhecimento federal, mas garante direitos básicos aos casais LGBTQIA+, como visitas em hospitais, benefícios no trabalho, etc. O casamento homoafetivo não é legalizado no Japão.

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O viúvo de Sato entrou na Justiça para  garantir que direitos de casais homoafetivos sejam reconhecidos pelo país.