Nesta semana, a Suprema Corte do Estado de Washington, nos EUA, decidiu por unanimidade que uma florista violou às leis anti-discriminação do Estado, ao se negar criar arranjos para um casamento LGBT. Além disso, na ocasião, ela teria tratado mal os clientes, apenas por serem LGBTs.

O caso teve início em 2013, quando a proprietária do Arlene’s Flowers in Richland, Barronelle Stutzman, não aceitou criar arranjos para o casal por dizer que o evento não era compatível com suas crenças religiosas.

Devido à atitude preconceituosa, o procurador-geral do estado de Washington e a União das Liberdades Civis Americanas processaram a florista no Tribunal Superior do Condado de Benton.

Desde então, que Stutzman vem perdendo várias batalhas judicias. Agora, o juiz que julgou ao processo deixou claro que crenças religiosas não devem ser motivo para tratar pessoas com preconceito. Ele também enfatizou que não foi apenas pela recusa que ela perderia o processo, mas, também, por ter sido hostil com o casal, na época do ocorrido.