Desde a última quinta-feira (27), que o ativista LGBT, Sandro Cipriano, de 35 anos, estava desaparecido. Infelizmente, no sábado (21), o corpo do pedagogo foi encontrado na área rural de Pombos, Zona da Mata de Pernambuco.

No atestado de óbito, consta que o ativista foi executado com um tiro na cabeça e o corpo tem vários sinais de tortura. Agora, muitas instituições que lutam contra a LGBTfobia estão cobrando uma investigação profunda das autoridades.

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“Sua morte, motivada por ódio e homofobia, é o retrato do Brasil que exclui, estigmatiza e assassina pessoas que defendem direitos e LGBTs”, afirma nota divulgada pela Associação Brasileira de Ongs (Abong), instituição que, inclusive, Cipriano era coordenador estadual e membro do Conselho Diretor Nacional.

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Além de ser ativista LGBT e formado em Pedagogia, Cipriano também era completamente engajado com causas sociais e educativas.