Jacob Brashier, um homem gay que mora em Blount County, no estado americano do Tennessee, é a primeira pessoa a invocar a Suprema Corte após a decisão de criminalizar a discriminação no trabalho se baseando em orientação sexual ou identidade de gênero.

O homem está processando sua antiga firma, a Manorhouse Management Inc, alegando que sua demissão se encaixa nos parâmetros descritos na nova decisão.

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Ele foi contratado em abril como assistente de enfermagem e demitido no dia 19 de junho, só quatro dias após a publicação da Suprema Corte.

O advogado de Jacob alega que seu cliente foi “sumariamente submetido à depreciação, ridículo e humilhação no curso de seu emprego”.

A ação judicial diz: “Brashier começou a experienciar um tratamento discriminatório por seus supervisores por volta do dia 6 de junho, sendo inclusive chamado de “faggot” (uma ofensa muito grave a gays nos EUA) em várias ocasiões e tendo um pano de chão jogado em sua cara“.

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Quando ele fez uma reclamação contra seus chefes sobre o tratamento homofóbico, Brashier conta que a empresa disse que ele estava mentindo. Ele ainda alega que a companhia cortou seu pagamento antes de conseguir uma razão para demiti-lo.

A ação judicial continua: “Ele submete essa ação para ratificar as experiências ruins que teve como resultado de sua orientação sexual, assim como o avanço de leis dos membros da comunidade LGBTQ, que têm sido historicamente e ilegalmente marginalizados e oprimidos por gerações“.

 

 

 

 
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22 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.