Nada, absolutamente nada, justifica o fato de (ainda que apoiadora de Bolsonaro), Karol Eller tenha sido vítima de homofobia.

Nós que somos sempre empáticos com todos, temos que ser com ela também. O fato de ela ter sido agredida gerou uma enxurrada de comentários nas notícias que, diziam na sua maioria: “Bem feito”.

Não podemos não nos solidarizar com ela e com a agressão de que ela foi vítima.

Ela aprendeu da pior maneira que mentira tem perna curta e, que não somos uma comunidade de mimimi.

Acho que ela tinha essa impressão a partir do fato de que morava dentro de um círculo de homofóbicos confessos e nunca havia sido agredida.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Tolinha…

O círculo que ela frequentava (altas rodas do poder federal), a usou somente como massa de manobra para fazer meia dúzia de membros da comunidade se solidarizarem e votarem no candidato abertamente homofóbico.

Ela achou que apanhar com lâmpada na Paulista, ser vítima de agressões da polícia, apanhar na rua simplesmente pelo fato de ser LGBT era uma invenção da comunidade para atacar seu candidato à presidência.

Eu gostaria muito que ela não tivesse passado por isso e estar agora cheia de “ai, ai, ai” com suas dores físicas e psicológicas.

Não Karol, não era mimimi, era uma comunidade inteira dizendo a verdade enquanto você tapava o sol com a peneira.

Agora, ainda que você continue ao lado de homofóbicos propagando as mentiras deles, você, pelo menos, tenha consciência de que o que você fala não é mais fruto de ignorância. Você bem sabe agora o que é homofobia e, precisou sentir na pele para acordar.

Mas, como nada é de graça nesta vida, nós também sabemos que você foi recentemente contratada pela Empresa Brasil de Comunicação, uma estatal de comunicação na qual você ganha mais de dez mil reais por mês. E aí, repito, ainda que você seja paga para mentir, você bem sabe qual é a verdade na nossa comunidade: homofobia existe de verdade.

De qualquer jeito, temos todos que nos solidarizar com seu “ai, ai, ai” mesmo que você não se solidarize com nosso “mimimi”