A instrutora de pilates que vive em Belo Horizonte (MG) e diz trabalhar com bem-estar e saúde física, Claudia Chelotti, chocou internautas ao serem denunciados posts seus onde perguntava se “já estava liberado pra matar viado” após a posse presidencial.

Um dia antes ela já havia postado em seu Twitter (conta já deletada por ela, mas o print a gente vai ter pra sempre): “A partir de amanhã tá liberado matar viado, talkei?”

Ela tentou apagar seus posts e até perfis das redes sociais após a (óbvia) péssima repercussão das frases criminosas incitando violência, mas os prints foram espalhados pela Internet, como pode-se ver na postagem abaixo.


Assista também:


Não surpreende o fato da homofóbica que incita um crime ser mais uma eleitora do presidente Jair Bolsonaro, que em sua posse, viu legitimado todo ódio que carrega dentro de si contra parcelas minoritárias da população como é a LGBT.

Não adianta tentar apagar os seus crimes, Claudia Chelotti. Como afirmou o internauta Wendel Pinheiro em seu post, sua discriminação em forma de piadinha e sua postura covardia estão visíveis agora pra todo mundo ver. Ah, e incitação a ódio e violência é crime previsto em lei.

Algum advogado lendo a matéria se anima a movermos um processo coletivo? Porque eu me sinto não apenas ofendido, mas com a minha vida ameaçada ao saber que uma cidadã como esta está à solta.

Se alguém tiver o contato da clínica, academia ou instituição onde a profissional de pilates trabalha em BH, pode nos encaminhar por e-mail pra adicionarmos à matéria? Ah, quem localizar seus novos perfis nas redes sociais (aparentemente ela sumiu de tudo!), também pode mandar. É [email protected]

Criador Põe na Roda, canal do youtube de humor e informação LGBT desde 2014, com mais de 100 milhões de visualizações e 800 mil inscritos. Autor do livro "Um Livro Pra Ser Entendido", que desmistifica questões do mundo gay e sobre ser LGBT para todos os públicos. Também foi roteirista de TV (Amor & Sexo, Adnight, CQC, Furo MTV) e colunista (Folha de S. Paulo).