Youtubers, Digital Influencers, e outros nomes que você queira dar aos internautas que têm milhares de seguidores é a profissão do momento. Ganha-se dinheiro da rede social, dos seguidores e, de empresas que patrocinam o dito cujo.

Todavia, assim como em todas as profissões, trabalhar com o público não é fácil. O nome já diz, Digital Influencer ou, Influenciador Digital. Qualquer um que tenha um celular, faça umas gracinhas e, conte umas piadas que agradem ao público pode acumular seguidores a ponto de ter todas essas benesses que eu disse acima. Qualquer um pode mas, não deve.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

Mas, o cara não tem estrutura para aguentar o preço da fama.

O cara não foi preparado e eu digo isso, tanto intelectual como psicologicamente para efetivamente influenciar.

Carlinhos Maia, há dias disse que preferia sua vida quando não tinha nada o que, é mentira, cinismo e hipocrisia.

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Alinne Araujo se matou depois de ter seu casamento cancelado pelo noivo e, decidir casar-se sozinha.

Vivi Guedes, personagem de novela, ganhou mais seguidores depois que isso aconteceu e, Alinne não viveu para ver que dos 25mil seguidores que tinha, pulou para 100mil em poucas horas depois da notícia…

Fato é que a massa é cruel e os bobos influenciadores se acham amados.

Hoje eles se auto denominam seguidores mas, de verdade são os mesmos espectadores das lutas de gladiadores da Antiga Roma: querem ver sangue.

Um hater (em português, odiador)  pode destruir essa pessoa que tinha um celular e uma piada pronta e postou. Resolveu que era então, influenciador e, são pessoas inseguras como nós; são pessoas com problemas como nós; são pessoas com autoestima baixa como nós. Só que elas aparecem lindas, loiras e ricas ou, no caso dos meninos, lindos, loiros e ricos, quando na verdade estão ali para esconder suas inseguranças por trás daquele vídeo.

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É crime a indução ao suicídio. Tanto por sugerir como por ajudar a pessoa a se matar e está no artigo 122 do Código Penal Brasileiro.

O crime aqui é cometido pela massa de seguidores que, do mesmo jeito que levanta a pessoa de um dia para o outro, também a mata com críticas, com mensagens odiosas e, sugestão de morte mesmo.

Aos coitados que acham que são amados pelos seguidores, ledo engano: a massa quer sangue tanto quanto queria nos dias de glória do Coliseu quando os cristãos eram comidos aos montes pelos leões sob aplausos da plateia.