Foi dada a largada para o “NoiteSuja Drag Race”, que vai coroar a nova rainha do coletivo paraense NoiteSuja. A edição desse ano é totalmente virtual, com cada competidora realizando os desafios e brincadeiras na própria casa, devido a pandemia de coronavírus. Acompanhe a corrida drag pelo instagram do grupo.

Até o momento, as queens já foram escolhidas e têm até está quinta-feira (21) para realizar o primeiro desafio. A competição ocorre semanalmente, com os prazos para completar cada desafio e quais os critérios de avaliação. As duas melhores da semana entram em votação online, aberta durante 24h, e a partir disso ocorre uma live com explicação do Top 2 e live com a vencedora, que elimina alguma outra concorrente.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

No total, são 13 drags que vão competir para ver quem leva o título. Confira o cast:

Consuelo Vergara 

Joanne Versace

Poliana Mangabeira

Muriel de La Mar

Atlas Mendosa

Gabrielly Rivera Raia

Condessa de Devonriver

Yndjáh Bah

Miúda Denvers

Kayo Conka

Uyara Mendosa

Vanessa Valmont 

Aphrodite

“Pensamos nesse formato [online] justamente por entendermos necessário movimentar a cena artística drag em Belém. A produção de conteúdo digital LGBTI+ é uma forma de contribuir socialmente para que o público permaneça em casa e respeite as regras de isolamento social”, explica uma das drags organizadoras do evento, S1mone.

De acordo com Tristan Soledade, que também está coordenando a atividade, as mídias sociais podem ser utilizadas “para difundir informações acerca da pandemia ao mesmo tempo em que produzimos entretenimento para o público. Difundir informações de forma leve e descontraída”.

NoiteSuja – É uma iniciativa cultural LGBT+ que atua em Belém e tem o objetivo de proporcionar experimentação artística na capital paraense, principalmente ligado à cultura drag. 

“O projeto NoiteSuja é importante pois através de sua atuação, seja nas praças públicas, ruas, bares, casas noturnas, teatros, universidades, que transformam a realidade social e política da cidade de Belém, potencializando uma discussão democrática acerca dos espaços urbanos e do trânsito e permanência de corpos sexo dissidentes nas ruas paraenses”, explica Tristan Soledade.

Foto: Victoria Teixeira