Juntamente, com a Ásia, a África é o continente mais difícil para ser LGBTQ+. Muitos países ainda criminalizam a homossexualidade, inclusive chegando à pena de morte.

Felizmente, essa realidade está mudando e temos o exemplo do Gabão. Na última quarta-feira (24), os parlamentares votaram a favor da anulação de uma emenda do Código Penal, que julga a homossexualidade como atentado moral.

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48 deputados votaram a favor da despenalização, enquanto 24 contra e e 25 se abstiveram. O objetivo é reverter uma lei sancionada em 2019, que proíbe relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo. A multa podia chegar a 7,6 mil euros e o infrator era passível de 6 meses de prisão.

A proposta teve como grande protagonista o primeiro-ministro ganês, Julien Nkoghe Bekale. A pauta pegou super bem entre o público e a imprensa, mostrando que o governo está disposto a mudar essa triste realidade.

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Esse é um grande passo, mas o Gabão ainda conta com leis homofóbicas e é um dos países mais perigosos do mundo para LGBTQ+ viverem.

 

 

 

 

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22 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.