Nesta semana, uma empresa foi condenada a pagar R$ 30 mil de indenização por danos morais a um funcionário que entrou com ação na justiça após sofrer agressões verbais em razão da sua orientação sexual.

Na ação, o funcionário alegou e apresentou provas de que era chamado de “voz fina”, “gay” e “viadinho” pelos colegas de trabalho. Além disso, ele afirma que procurou os Recursos Humanos da empresa, mas que o departamento foi negligente com a situação.

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Após a condenação, a empresa ainda tentou reduzir o valor da indenização, mas a 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho, por maioria, manteve a quantia.

“Vivemos novos tempos e devemos estar atentos para essas modificações, que estão a exigir de nós um novo olhar sobre essas questões”, concluiu o ministro Márcio Amaro, autor do voto vencedor e presidente da turma.