Bolu Okupe, filho de um político homofóbico ex-assessor presidencial nigeriano, Doyin Okupe, respondeu com força contra os haters que reagiram negativamente à sua recente saída do armário.

O jovem Okupe postou no Instagram há dois dias, vestindo um calção de banho colorido do Orgulho e segurando uma bandeira combinando: “Sim, sou Gay pra caral***”, escreveu ele. Como esperado, a homofobia saltou de alguns que viram a mensagem.

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“Poderia ser um cadáver no Quênia”, escreveu Adam Mligo, “Nós, negros, nunca vamos contra nosso Deus, fique com sua estupidez na França”, continuou. Okupe, que se formou na Universidade de Manchester, Reino Unido em 2015, respondeu sem piedade.

“Toda a sua mentalidade é trágica”, ele escreveu de volta. “Eu sinto muito por você. Sua religião o transformou em um imbecil psicótico que você acha que não há problema em matar pessoas?”.

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O influenciador filho do político homofóbico então deu ao comentarista fanático uma breve lição de história: “Primeiro, você disse para ficar na França com sua estupidez; senhor, quem você acha que deu aos africanos o cristianismo? Os franceses e os ingleses empurraram para você a religião que você está chamando”.

Ele encerrou chamando o comentarista de “delirante” e expressando o desejo de que se eduque: “Espero que um dia você se eduque. Se não, eu não me importo; você morrerá ignorante e no lado errado da história”.

Político homofóbico se pronuncia contra filho gay

O pai de Bulo, Doyin Okupe, declaradamente político homofóbico, acessou o Twitter para expressar sua consternação com a orientação de seu filho e a divulgação pública.

“Minha atenção foi atraída para uma publicação de meu filho de 27 anos, Bolu okupe, na qual ele declarou publicamente que é gay”, escreveu o ex-assessor presidencial. Admitindo que sabia da “nova orientação de seu filho por um tempo”, ele continuou dizendo que, como cristão, ele é “veementemente contra a homossexualidade”, pois ela viola suas crenças religiosas.

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A Nigéria tem uma forte corrente religiosa conservadora que atravessa seu governo e sociedade. Mais de 53 por cento de seus cidadãos são muçulmanos, com quase toda a população restante se identificando como cristã ou católica e homofóbica.