Uma das vozes mais conhecidas da Grã-Bretanha no “movimento crítico de gênero”, a feminista transfóbica Posie Parker, sugeriu que homens armados usassem os banheiros públicos das mulheres para “protegê-las”.

Parker, cujo nome verdadeiro é Kellie-Jay Keen-Minshull, é uma famos feminista radical trans-excludente com um histórico de investigação dos direitos dos trans e contestação dos ativistas trans.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

No ano passado, ela pregou por um pôster escrito “I ❤ JK Rowling” na estação ferroviária mais movimentada da Escócia em Edimburgo – ele foi removido posteriormente devido a reclamações.

Em um vídeo do YouTube que já foi excluído, a feminista transfóbica apresentou a ideia de homens usando banheiros femininos – mas mais especificamente, homens com armas. Posie Parker disse: “Tive uma pequena ideia sobre algumas das coisas que vocês homens podem fazer, e pela primeira vez, estou falando com vocês”.

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“Estou falando sobre vocês, pais, que talvez você se considerem um protetor das mulheres. Talvez você tenha uma filha, mãe, esposa, irmã, talvez você apenas pense que as mulheres são humanas e você não precisa de nenhuma conexão absoluta com elas para se sentir compelido a nos proteger. Usem o banheiro feminino, mas vão armados”, disse a feminista transfóbica.

Feminista transfóbica é aliada a nazistas

Segundo o Pink News, Parker atraiu anteriormente críticas por aparecer em um vídeo com o nacionalista branco e proeminente YouTuber de extrema direita, Jean-François Gariépy que convocou um “etnostado branco” e fez vídeos com o neonazista Richard Spencer, o supremacista branco que gritou “Salve Trump!” na frente de uma multidão que comemora a vitória de Trump nas eleições de 2016 com saudações nazistas.

Excluir mulheres trans de espaços e instalações com apenas um sexo biológico não seria apenas “regressivo”, mas colocaria as pessoas trans em risco de violência, advertiram os chefes de organizações internacionais de direitos humanos.

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Em meio a rumores de que o governo britânico planejava banir pessoas trans de certas instalações públicas, o chefe da Human Rights Watch, Benjamin Ward, escreveu: “Isso seria um passo seriamente regressivo e discriminatório”.