Mohsen Lorestani, um músico curdo-iraniano, foi acusado de conduta homossexual depois de supostamente flertar com um homem em uma conversa privada nas redes sociais. As autoridades acusaram Lorestani de “corrupção da Terra”, que acarreta a pena de morte.

O Irã, um estado muçulmano fundamentalista, continua sendo uma das nações mais antagônicas da Terra quando se trata de pessoas queer. Nos últimos anos, a execução de dois homens foi manchete internacional. A polícia prendeu Hasan Afshar, 17 anos, por conduta homossexual em 2014. As autoridades o mantiveram em cativeiro por dois anos antes de ser enforcado em público. Alireza Tajiki, de apenas 15 anos, também foi executado em 2016, depois de confessar ser gay sob tortura.

“Nossa sociedade tem princípios morais”, disse o ministro das Relações Exteriores iraniano Mohammad Javad Zarif. “E vivemos de acordo com esses princípios. Esses são princípios morais relativos ao comportamento das pessoas em geral. E isso significa que a lei é respeitada e a lei é obedecida”, acrescentou.

Fonte: The Jerusalem Post.