VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:

O Brasil tem uma das piores políticas públicas de adoção de menores do mundo.

Digo isso, porque parece que, muito embora se tenha uma infinidade de pessoas querendo adotar crianças em situação de abandono, há na outra ponta, milhares de crianças querendo ser adotadas.

E o que tem entre as pontas? Ministério Público.

Como em todas as instituições, há bons e maus profissionais.

O promotor de justiça é o fiscal da lei e o curador de menores, ou seja, é ele quem vai tomar conta do processo para que tudo esteja dentro da legalidade e com vistas sempre ao interesse prioritário da criança.

Um bom promotor de justiça, procura entender os motivos do adotante ou do casal de adotantes em adotar e, ajuda a entender o universo infantil para que essa criança seja bem recolocada num ambiente familiar tranquilo e feliz.

Um mau promotor, quer aparecer no processo mais do que os protagonistas, que são os adotantes e os adotados e, passa a criar empecilhos e picuinhas processuais que, se não fossem verdadeiros os interesses dos adotantes, muitos desistiriam no meio do caminho.

Soube hoje de um promotor que está sendo processado pelo Senador Contarato que, moveu a ação contra o promotor que, apelou da decisão que deu em adoção uma criança ao Senador e seu companheiro, porque seriam dois pais.

Ora, se o promotor não sabe, ele é fiscal da lei e a lei diz que não há distinção para adoção entre casais, sejam eles do mesmo ou de sexos diferentes.

O que o promotor quis foi aparecer num processo em que ele não é o protagonista e, agora conseguiu: foi processado pelo adotante…