O Ministério Público do Trabalho de Goiás recebeu na segunda-feira (27) a formatura de quinze pessoas em situação de vulnerabilidade, entre elas estavam presente membros da comunidade LGBTI+, com gays, travestis e transexuais, além de também contar com prostitutas e mulheres vítimas de violências doméstica.

O curso técnico “Mais um sem dor” durou cerca de três meses e equiparam as pessoas que participaram nas áreas de costura e design de moda. Além das aulas práticas, a ação ainda ofertou palestras em áreas de interesse, como empoderamento feminino, arte e treinamento com coaching.

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O procurador Tiago Ranieri, que coordena o projeto, afirma que “Teremos mais oito edições na capital ao longo do ano e também vamos incluir pessoas refugiadas. Além da área de costura e design de moda, também haverá outras duas: construção civil e cozinha e panificação. Vamos fazer ainda duas edições no interior: em Itumbiara e Cavalcante”.

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“Foi maravilhoso, todos estão apaixonados pelo curso. Participamos de coisas que nunca teríamos como pagar, como um curso em uma galeria de arte e treinamento com coaching. Para todos, deu uma expectativa de melhor qualidade de vida. Serve para pensar fora da gaiola em que vivemos”, relata a costureira Allegra Maazel, de 35 anos, que é travesti.

Foto: Diego Padgurschi