O primeiro Código Civil da China foi um verdadeiro golpe para a comunidade LGBTQ+ do país.

Não há nenhum registro abordando a legalidade do casamento homossexual, ainda um sonho muito distante dos gays e lésbicas do território asiático. Afinal, até 2001, ser gay ainda era considerado doença mental por lá. As informações são do G1.

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A união estável entre pessoas do mesmo sexo estava entre as principais sugestões dos cidadãos quando os legisladores chineses pediram opiniões sobre como alterar o Código Civil.

Mesmo assim, o texto final do Código Civil, promulgado em maio, continua a definir o casamento como a “união entre um homem e uma mulher”.

A comunidade LGBTQ+ está reagindo, pressionando estudantes universitários e as elites ouvidas pelo PCC (Partido Comunista Chinês). Eles estão se mobilizando nas redes sociais, realizando casamentos “virtuais”. Nesses eventos, o público é convidado a expressar seus desejos on-line.

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A questão é que, na China, apenas casais podem adotar filhos ou adquirir imóveis de forma conjunta. Ou seja, um casal homoafetivo não pode ter filhos.

A única solução é ir ao exterior para fazer fertilização em laboratório, ou contratar uma barriga de aluguel, por preços altíssimos.

 

 

 

 

 
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22 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.