Crianças LGBTQI+ são as vítimas mais frequentes de bullying, por colegas, pais, professores e até on-line. De acordo com a Agência das Nações Unidas, cerca de 246 milhões de crianças sofrem por conta de seu gênero e sexualidade dentro das escolas e nesse número, um em cada 3 alunos sofre agressões físicas.

Crianças LGBTQI+ em parada
Foto: Patrick Hamrick

Agora, a ONG “Human Rights Watch”, responsável por defender e realizar pesquisas relacionadas aos direitos humanos, pede para que os governadores garantam dos alunos dentro das escolas e on-line. A pesquisa feita pela organização em cerca de 15 países mostrou agressões físicas e até exploração sexual, relatando também que em maioria dos casos, os agressores são professores, funcionários ou familiares, pessoas que, supostamente, deveriam proteger essas crianças e que as mais afetadas são crianças LGBTQI+.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:
Crianças LGBTQI+ em parada
Foto: Reena Sternberg

Elin Martinez, pesquisadora da Human Rights Watch, diz: “É absurdo que esses estudantes, em diversos países, sofram tantas violências terríveis na escola, e como isso pode afeta-los durante toda sua vida. Abusos graves, como violência sexual e física, afetam seriamente a dignidade dos alunos, sua autonomia corporal e sua capacidade de aprender e se sentir seguro na escola”, relatou o GSN.

VEJA TAMBÉM:  Pizzaria recusa pedaço de pizza a cliente por ser gay e o expulsa da loja

Crianças LGBTQI+ sofrem bullying de professores por abuso de poder

Como foi apontado nos estudos realizados pela Human Rights Watch, muitas crianças sofrem exploração sexual e agressões por parte de seus professores, e ainda de acordo com o GSN, isso ocorre por conta do abuso de poder alguns professores, exatamente por existir essa imagem de superioridade adotada por muitos países, como o Japão.