O ministro da educação, Abraham Weintraub, causou mais uma polêmica nesta quinta-feira (5).

Em declaração em seu Twitter, o ministro disse que “Paulo Freire e kit gay não têm vez no MEC”. A afirmação foi feita enquanto ele divulgada o material feito pelo secretário de alfabetização, Carlos Nadalim.

O chamado “kit gay” é um material que foi discutido em 2011, no governo Dilma Rousseff, que continha cartilhas e instruções contra a homofobia e seria disponibilizada para estudantes. O projeto intitulado “Escola sem Homofobia” foi engavetado, mas é constantemente citado por Bolsonaro e seus aliados, que deram o nome pejorativo para a iniciativa.

Já o educador e filósofo Paulo Freire (1921-1997) é um renomado profissional que influenciou a pedagogia crítica em âmbito mundial. Ele acreditava que o estudante seguiria seu próprio caminho se baseando em suas experiências e conceitos, e não seguindo um padrão estabelecido.

Freire recebeu 41 títulos de doutor honorário em universidades de peso, como Harvard, Cambridge e Oxford. O educador foi preso e exilado em 1964, durante a ditadura militar. Em 1979, após a publicação da Lei da Anistia, ele retornou ao Brasil. As informações são da Isto É.

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21 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.