Os legisladores republicanos do Arizona, estado dos EUA, aprovaram, em uma votação acirrada, de 16 contra 13, uma medida que declara a pornografia como uma crise de saúde pública. “Uma crise que leva a um amplo espectro de impactos individuais e na saúde pública”, afirmou a deputada Michele Udall (R).

Dentre esses impactos, ela citou a baixa autoestima, distúrbios alimentares, comportamentos sexuais tóxicos, doenças emocionais, mentais e médicas.

A medida de Udall também concorda que o pornô tem uma série de consequências na sociedade. Ela explicou que esse tipo de conteúdo normaliza a violência sexual, principalmente contra mulheres e crianças, e aumenta a demanda por tráfico sexual, prostituição e erotização infantil.

A senadora Sylvia Allen, que apoia a decisão, chamou a pornografia de “problema raiz” de muitos males da sociedade contemporânea. “Bilhões de dólares em todo o mundo estão sendo feitos sobre esta indústria que está envenenando as mentes de nossos cidadãos”, declarou a parlamentar.

Esta não foi a primeira vez que o Arizona colocou o pornô no centro de suas pautas políticas. No início deste ano, um legislador republicano apresentou um projeto de lei que faria com que as taxas pagadas aos sites eróticos fossem direcionados à construção do muro fronteiriço Estados Unidos-México.

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O Arizona não é o único lugar do mundo que coíbe a pornografia. No Reino Unido, a partir do dia 15 de julho, uma nova restrição de idade para esse tipo de conteúdo entra em vigor.

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