Em entrevista ao The Sunday Time’s Culture, perguntado se seria possível existir um homem-aranha gay, o ator protagonista do longa da franquia que acaba de estrear nos cinemas, Tom Holland não hesitou: “Sim, é claro!”.

Em seguida, ao ser perguntado se acha que isso poderia acontecer em uma continuação próxima, ele disse que não é seu papel definir o futuro do personagem.

Entretanto, ele fez questão de frisar o compromisso da Marvel com a questão: “Mas sei da própria Marvel que há um esforço já em andamento em se aumentar a representação da diversidade para os próximos anos”, revelou.

A Marvel já foi muito criticada pela pouca representação LGBT em suas obras, além da baixa presença de mulheres e pessoas negras. Pantera Negra, em 2018, foi um marco neste sentido na história dos estúdios.

Capitã Marvel, que foi lançado em 2019, foi o primeiro longa de super-heróis a ser protagonizado por uma mulher. Resta agora saber quando teremos um herói abertamente LGBT, né?

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Ainda falando sobre a representação de minorias nos longas de heróis, Tom Holland foi categórico ao defender a ideia: “O mundo não é só hétero e branco e estes filmes precisam representar a todas as pessoas, não só um mesmo tipo!”.

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Criador Põe na Roda, canal do youtube de humor e informação LGBT desde 2014, com mais de 100 milhões de visualizações e 800 mil inscritos. Autor do livro "Um Livro Pra Ser Entendido", que desmistifica questões do mundo gay e sobre ser LGBT para todos os públicos. Também foi roteirista de TV (Amor & Sexo, Adnight, CQC, Furo MTV) e colunista (Folha de S. Paulo).