A Casa Nem é um prédio simples em Copacabana, no Rio de Janeiro, que acolhe LGBTQs em situação de risco. 70 pessoas moram no prédio e duas delas estão isoladas com suspeitas de terem contraído a Covid-19, doença causada pelo Coronavírus.

A ação foi executada pelo chefe da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio (CEDS-RIO), Nélio Georgini, junto com o estudante de direito Erick Witzel, filho do governador Wilson Witzel e assessor de empregabilidade da CEDS. Ambos usando luvas descartáveis e máscaras de proteção.

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Em entrevista ao jornal O Globo, Erick explicou o motivo da ação e ainda contou que há outro projeto parecido para pessoas trans no centro do Rio.

“Neste momento de crise, precisamos atentar para a população mais vulnerável . Semanalmente, vamos acompanhar a necessidade de insumos na ocupação LGBT durante o período de isolamento social. Os Itens são os básicos da cesta brasileira, arroz, feijão, óleo, farinha, enlatados, produtos de limpeza e higiene. Disponibilizamos 80kg de alimentos.”

A Casa Nem é moradia de transexuais, travestis e transgêneros que ali podem encontrar uma família. Além de servir de lá, no local também ocorrem oficinas, shows, festas e debates.

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O Grupo “Transrevolução” (movimento social transgênero), criado dentro da casa, promove uma campanha de doações para todos poderem sobreviver durante a quarentena.

Nélio Georgini reforça que a ação ainda não acabou.

“Enquanto servidores, não podemos nos dar ao luxo de ficar de braços cruzados. Vamos formar uma corrente de solidariedade ainda maior”

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22 anos, geminiano, mineiro, jornalista formado pela UEMG. Apaixonado por música e artes de modo geral. Ex-bailarino na teoria mas danço nas festinhas bastante. Sonho em ser amigo da Rihanna e da família da Beyoncé. Provável futuro ex-bbb e quem sabe vencedor da Fazenda.