Uma auxiliar de aula está sendo acusada de abusar sexualmente de um estudante com a justificativa de que estava tentando “torna-lo heterossexual”.

Tedria Fluellen, de 51 anos, era assistente de ensino em Houston, uma cidade do Texas, e conheceu a vítima enquanto trabalhava na Worthing High School. A vítima relatou que ambos se conheciam a anos por frequentarem a mesma igreja e até chegou a ajudar a mulher em atividades domésticas algumas vezes.

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Segundo os relatórios do caso, o primeiro abuso sexual ocorreu em 2018 quando o garoto tinha 16 anos. Tedria teria dito à ele que “não precisava ser gay” e, em seguida, abaixou sua calça e começou a fazer sexo oral nele.

No mesmo dia do primeiro abuso, ela deu ao garoto um telefone celular e começou a enviar mensagens de texto sexualmente explícitas e o apelidando de “meu amante secreto”.

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Investigadores acreditam que Tedria molestou o garoto mais três vezes: uma vez em sua casa, outra em seu carro antes do início das aulas e uma última em uma garagem.

A vítima morava com a avó, e a auxiliar de classe teria aproveitado alguns dias que a avó estava fora da cidade para visitar o adolescente. Ela, supostamente, deu ao primo do garoto uma bebida que continha álcool e um medicamento desconhecido e disse: “isso vai apaga-lo“.

A avó acabou suspeitando que algo estava errado e verificou o telefone celular do adolescente, encontrando as mensagens de texto. Ela ligou para o 911 (número de telefone da polícia dos Estados Unidos) e denunciou o abuso à polícia do distrito escolar de Houston.

Tedria Fluellen admitiu à polícia que havia feito sexo oral com a vítima, mas disse que nunca passou disso. Em depoimento, ela argumenta que a vida do garoto “não era o estilo de vida para ele” e que outros garotos praticavam bullying com ele insinuando que ele era gay e precisava sair do armário.

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Sobre as mensagens de texto, ela diz que eram destinadas ao namorado e não ao adolescente. Ao entregar seu celular para a polícia, foram encontradas as tais mensagens explícitas enviadas para a vítima.

Tedria Fluellen foi presa e está detido sob fiança de US$ 40.000 dólares.