Os atletas de vôlei do time Unicorns treinam desde abril de 2018 numa quadra alugada, mantem tudo dentro dos conformes e procuram adotar posturas livre de críticas na esperança de torna o espaço um ambiente amistoso. Porém, a situação mudou quando os meninos foram filmados durante um treino por duas senhoras (em 11 de janeiro) que os atacou verbalmente e levou a situação até a administração do espaço, alegando que eles poderiam vir a roubar as bolsas destas. Os atletas exigiram providencias do Clube mediante as acusações infundadas, mas esse se negou sob a alegação de que não existia consistência nas alegações dos atletas.

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No relato, que foi postado no Facebook na última segunda-feira (11), os rapazes contam que à época acreditou-se ser um triste caso de preconceito contra a comunidade LGBT, devido a pluralidade do grupo de atletas. Contudo, uma semana depois (no dia 18 de janeiro), a situação se agravou ainda mais durante um amistoso entre os Unicorns e um time convidado. Os atletas narram que durante a partida foram vítimas de homofobia com ameaças graves do tipo Viado precisa morrer! e Aqui não é lugar para isso!; e que uma atleta também foi alvo de transfobia.

VÍDEO NOVO DO PÕE NA RODA:
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Outra vez os atletas procuraram a administração, exigindo a identificação dos agressores, mas nada foi feito. Direcionados a um Conselho de Justiça e Sindicância, os jogadores mais uma vez sofreram homofobia, pois o conselho que deveria zelar por eles informou que em nada poderia garantir a segurança dos atletas e que seria melhor eles saírem, para assim zelar pela própria segurança; uma vez que o clube tinha prioridade em garantir apenas a segurança dos sócios.

As providencias criminais e cíveis estão sendo adotadas pelos atletas do Unicorns, após serem vítimas de homofobia, transfobia e ameaças físicas dentro do clube onde treinavam. E tem gente que ainda questiona: Por que criminalizar o homofobia? #ÉCrimeSim

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