Após ser condenado à morte pelo assassinato de seis homens gays, Gary Ray Bowles tentou pedir desculpas para sua mãe e, pela primeira vez, se mostrou arrependido pelo crime. Em suas palavras finais, ele disse que ninguém “acorda e decide se tornar um serial killer”.

“Sinto muito por toda dor e sofrimento que causei. Espero que a minha morte alivie a sua dor. Quero dizer à minha mãe que também sinto muito pelas minhas ações. Ter que lidar com seu filho sendo chamado de monstro é terrível. Eu sinto muito mesmo. Eu nunca quis que isso fosse minha vida”, lamentou Gary.

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Bowles Tinha 57 anos e foi executado na última quinta-feira (22) em uma prisão na Flórida. Como última refeição, ele optou por comer cheeseburguers, batatas fritas e bacon.

Em 2014, durante entrevista para um jornal norte-americano, o rapaz chegou a dizer que matar alguém pode ser muito fácil quando se tem vontade de fazer isso. “As pessoas que eu matei estavam todas conectadas da mesma maneira. Na minha opinião, todos eles conseguiram o que mereciam. Eu pensei que era a coisa certa a fazer. Eu só queria matar o máximo de pessoas que pudesse antes que elas me pegassem”, confessou Ray.

Os assassinatos ocorreram em 1994, quando Bowles pegava as vítimas em bares gays para espancar e estrangular até a morte. Ele ficou conhecido como o “assassino da I-95”, porque a maioria das vítimas morava perto da rodovia interestadual 95, situada na costa leste dos Estados Unidos.

Antes de matar os homens gays, o condenado empurrava objetos em suas gargantas, como toalhas, folhas, papel higiênico e brinquedos sexuais. Antes da condenação à morte, ele cumpriu sentenças por assalto e por ter espancado sua ex-namorada.

Gary Ray Bowles disse à polícia que passou a odiar homossexuais quando começou a trabalhar com prostituição e culpou os gays pelo aborto de sua namorada.

Fonte: Pink News.