Até que uma criança saia da barriga que a gera, ninguém a conhece mas, todos ficam babando quando pegam um bebê no colo. O amor é imediato e incondicional.

Para os casais masculinos a adoção de crianças é uma opção mais válida porque evita a história da barriga solidária que em muitos casos funciona e em muitos não funciona no Brasil.

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Para os casais femininos, uma das parceiras pode fazer a fertilização in vitro e, gerar uma criança a partir de esperma doado ou, até numa relação convencional.

Fato é que para se ter filhos não é preciso gastar nada. Adotar é uma opção interessante desde que o casal esteja aberto para não ser convencional.

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Quando eu digo convencional digo que, nós gays, homens ou mulheres, já não somos convencionais mesmo e, não precisamos ter o padrão dos adotantes brasileiros que só querem crianças de até hum ano, brancas e meninas.

A lista de pessoas aptas a adotar é muito maior do que o número de crianças prontas para a adoção. Ora, então por que motivo a conta não fecha? Porque as crianças que estão prontas para a adoção são maiores de sete anos, porque não são brancas e, na maioria das vezes têm irmãos e isso obriga que todos os irmãos sejam adotados pelo mesmo casal para não separa-los.

Assim, se você não for convencional e ninguém deveria ser, você pode se apaixonar por uma criança maior do que inicialmente estivesse em seus planos. Abra seu coração para o amor que essas crianças podem dar e que você pode retribuir. Não é porque o baile uma hora acaba que você não vai dançar. Pense sempre nisso. 

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